“Não há no mundo o que eu não domine”, pensou mais uma vez. Agradava-lhe discursar aos outros acerca de (sua) vida. Inexistia assunto mais fascinante que (seu) caráter. acreditava ser Deus. Perambulavam por aí outros com semelhante convicção. Pretensiosos; não existia quem possuísse talento para tanto senão ele.
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Fulano existe pra fazer tipo. O tipo de fulano faz sucesso. Fulano finge que sente, pois isso finge o poeta - fulano sabe. Fulano agora é gênio, escritor, o caralho a quatro. Diz por aí que não vive sem arte. Fulano não arta porra nenhuma, mas. O mundo aplaude.