A boa é doar inadequações para inadequados.
" Fulaninho, veja só, fulaninho" ou qualquer coisa sem sentido. Serei direta.
O homem atravessa o salão, alcança a cadeira, se senta, chiclete, ouve cortázar - lembra do trecho que você me mandou? sei que sim, mas não é para você que estou falando -, espera a do negro, troca o beijo pelo cuspe na boca. De quem.
Uma boa, fulaninho, é você ouvir e chutar o balde. Não vai chutar. Essa história de fé cênica não interessa nem um pouco. Não me interessa, não interessa.
A inadequação primeira é, Estou sempre acima, embora seja mentira. Não, a inadequação primeira é, Chute o balde. Se não chuta, vou embora, vou embora, transfiram-me do rio de janeiro.
"Estou no inferno porque não acredito em Deus. Estou no inferno porque não acredito em Deus. Estou no inferno porque não acredito em Deus, porque não acredito no trabalho, porque não acredito na política, porque não acredito nos amigos, porque não acredito nos noticiários, porque não acredito nas novelas, nas nights, nas revistas e nos jornais. Estou no inferno porque não acredito na realidade, porque não acredito na filosofia, porque não acredito na arte, porque não acredito no amor, porque não acredito na literatura, ou talvez porque entre o sádico e o sadio exista um c. Estou no inferno sobretudo porque eu não pode conjugar verbos como acreditar.
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É mentira, eu acredito no amor. Estou no inferno por que o amor não pode conjugar verbos como acreditar?
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Amor, acredita em mim.
Amor acredita em mim."
ter o alckmin como presidente seria muito desagradável.